Somos a Fase 10 Ação Contemporânea, um escritório de criação / produção. Realizamos trabalhos no campo da cultura com ética e profissionalismo.

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  Rio de Janeiro - RJ - Brasil

“PoeGráficas / Uma trajetória 1970 -1990” 

de Bené Fonteles

 

 

O QUE É O PROJETO?

 

A mostra antológica “PoeGráficas / Uma trajetória 1970 -1990” de Bené Fonteles, expõe sua obra de xerografias / colagens num percurso entre os anos de 1970 e 1990 em que utiliza a maquina de xerografia como uma prensa de gravura contemporânea. O período revela sua obra gráfica - há mais de duas décadas não exposta individualmente - e quando esta participa de processos experimentais como a arte postal e de importantes exposições em museus e instituições culturais no país e no exterior. 
As obras que serão expostas pertencem aos acervos dos Museus de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea da USP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Coleção Gilberto Chateaubriand e a coleção do artista totalizando cerca de 150 obras.
A série “Yokos” – de experimentações xerográficas com uma foto de Yoko Ono – da qual o artista possui 25 matrizes que serão expostas retrabalhadas em processo digital em interatividade com o público e o projeto educativo. Serão utilizados os recursos gráficos do computador com o mesmo processo de superposições - que só eram possíveis nos anos de l980 por meio da maquina xerográfica - para impressões e ampliação em grande formato em impressoras digitais, e também, o envio dos resultados por meio das redes sociais. 
Os resultados impressos no processo criativo do publico serão expostos no espaço expositivo.
Será editado um livro com textos sobre a obra do artista escritos nos anos de 1980 por Aracy Amaral, Alberto Beutenmuller e Fábio Magalhães. Além, de farto material iconográfico de revistas e jornais sobre suas atividades, contextualizando-as numa linha do tempo com os momentos históricos vividos pelo país que o artista participou ativamente como artivista – termo criado por ele em 1992 – em que seu trabalho está sempre permeado pelo viés do político e do poético.
Já fizemos prévio contato com alguns centros culturais que se interessaram em incluir o projeto em seus calendários de realizações.

QUAIS OS OBJETIVOS DO PROJETO?

 

Realizar a mostra antológica “PoeGráficas / Uma trajetória 1970 -1990” de Bené Fonteles, um dos maiores artistas brasileiros vivos, em um centro cultural no Rio de Janeiro, focando em um período importantíssimo para as artes visuais brasileiras, porem desconhecido da maioria das pessoas.

 

Fazer uma exposição tendo como recorte a Arte Xerox no Brasil, possibilitando, dessa maneira, o resgate dessa linguagem artística.

 

Realizar um projeto experimental, no campo das artes visuais contemporâneas, estimulando novas possibilidades reflexivas e estéticas.

 

Editar um livro sobre a exposição, com textos e imagens diversas, contribuindo, dessa maneira, para ocupar uma lacuna no mercado editorial brasileiro, carente de uma publicação sobre o tema abordado.

 

Dar subsídios para estudiosos e pesquisadores sobre o tema, contribuindo, dessa maneira, para a expansão do conhecimento no campo das artes visuais contemporâneas.

 

Mostrar as novas gerações parte da produção de uma artista contemporâneo cuja trajetória, iniciada na década de 70, se caracteriza por um olhar experimental, irrequieto e comprometido estética e politicamente com o que há de mais profundo no país em que vive, o Brasil.

 

Democratizar o acesso a cultura, ao realizar um projeto gratuito, sem bilheteria, permitindo que pessoas com baixo poder aquisitivo possam usufruir do que está sendo exposto.

 

Estimular a cadeia produtiva das artes visuais do Rio de Janeiro, com a contratação de profissionais residentes na cidade.

POR QUE FAZER UMA DE EXPOSIÇÃO DE BENÉ FONTELES?

 

Bené Fonteles não fabrica, não intervém, ou apenas raramente e muito pouco – nas matérias. A manifestação de seu gênio começa por um olhar que percorre e que encontra, em meio à barafunda das coisas, aquela capaz de provocar uma ressonância dentro de sua própria sensibilidade.  (Jorge Colii, Professor e Filósofo)

Realizar uma exposição sobre Arte Xerox no Rio de Janeiro, conjuminada a uma publicação sobre o assunto, significa, além de ocupar uma lacuna incompreensível no âmbito das artes visuais contemporâneas, uma vez que se trata de uma linguagem esquecida dos holofotes, trazer para a cena carioca o trabalho e as ideias de um grande artista brasileiro que nunca mostrou sua obra na cidade. Significa trazer a baila um movimento artístico cujo auge se deu no final dos anos 70, início dos 80, em que vivíamos sob a égide de uma ditadura militar, se configurando a Arte Xerox como uma expressão associada a contestação politica. 
Xerografia é o processo de reprodução de cópias a partir de um original, por meio de máquina Xerox. O processo destina-se à tiragem de cópias de documentos, ou até de objetos, em papel comum, pano, plástico, etc. de documentos, ou até de objetos, em papel comum, pano, plástico, etc. Xero, em grego significa seco e grafia, modo de gravar ou seja, gravação (cópia) a seco.
A Arte Xerox tem início em 1964 com as experiências dos artistas norte-americanos 
Nima Leveton, Barbara Smith e Esta Nesbit. A Arte Xerox utiliza a xerografia para obter ou acrescentar soluções conceituais ou plásticas ao trabalho artístico. Na Arte Xerox, dá-se a apropriação de procedimentos mecânicos usados cotidianamente para fotocopiagem de papéis. O artista modifica a destinação da máquina possibilitando o emprego da xerografia como procedimento artístico.” 
No Brasil, os trabalhos em Arte Xerox iniciaram em 1970, mas é a partir de 1974 que começa a produção xerográfica em grande escala com a participação dos artistas brasileiros, a saber: Hudinilson Jr., J.Medeiros, Daniel Santiago, Unhadeijara Lisboa e Bené Fonteles, entre inúmeros outros. Bené Fonteles é um dos maiores representantes da Arte Xerox no Brasil, tendo desenvolvido um conjunto consistente de trabalhos de xerografias/colagens entre a década de 70 e 90. A mostra, curada pelo artista, curador e poeta Adolfo Montejo Navas, além das obras que serão expostas, contará com a instalação de um atelier de xerografia
O apoio do ISS, Lei da cultura do município do Rio e Janeiro, se faz essencial, na medida que projetos experimentais dessa magnitude só conseguem, efetivamente, acontecer, quando apoiados por uma lei de incentivo. Ademais, o fato do mesmo realizar-se no Rio de Janeiro, se insere no fato de ser a cidade, dentre todas no Brasil, o campo mais fértil para o estimulo e difusão de ações culturais que possibilitem reflexões ampliadas e transformadoras.

QUAIS OS PRODUTOS RESULTANTES DO PROJETO?
 

1) Exposição

 

2) Livro digital sobre o projeto

 

3) Visitas guiadas para jovens em vulnerabiliade social

 

4) Landing page

 

 

QUAL O PLANO DE DIVULGAÇÃO?

 

1) Contratação de assessoria de imprensa 

 

2) Impulsionamento redes sociais;

 

3) Mídia digital (web) paga

 

 

COMO SERÁ REALIZADA A EXPOSIÇÃO DA MARCA DO PATROCINADOR?

 

Os produtos resultantes do projeto serão disponibilizado ao público gratuitamente. O livro digital será disponibilizado para o patrocinador para encaminhamento a clientes e forncecedores. 

 

A logomarca do patrocinador será aplicada em todo o material de divulgação do projeto.

 

 

PORQUE PATROCINAR ARTES VISUAIS?

 

O patrocínio para realização de projetos de artes visuais vai muito além de viabilizá-los, movimenta um segmento importante da economia criativa, pois é um dos responsáveis  por gerar uma riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira em 2015 (ano da última pesquisa da Firjan), 900 mil postos de trabalho no Brasil, 328 mil em São Paulo e 99 mil no Rio de Janeiro. Uma empresa ao patrocinar Artes Visuais está associando a sua marca à projetos que via de regra são gratuitos ou com preços acessiveis possibilitando dessa maneira o acesso indistino a repertórios experimentais, bem como ampliando a interface entre obras artística e expectador. A empresa que  fomenta as artes visuais, dentre outras ações:  (i) amplia sobre maneira a formação de novas plateias; (ii) potencializa o valor da marca; (iii) fortalece o posicionamento de negócio; (iv) aumenta o relacionamento com novos contatos e potenciais clientes; (v) gera emprego e renda (vi) estímulo a criação do artista (vii) retorno de 100% do valor investido em marketing;

 

 

 

 

INVESTIMENTO

 

Valor: R$270 a 350 mil

 

 

LEI DE INCENTIVO

 

Inscrito na Lei de Incentivo do Município do Rio de Janeiro - ISS

 

 

PÚBLICO ALVO

 

Apreciadores de arte, pesquisadores, fotógrafos,  designers, críticos de arte, artistas, curadores, arquitetos e estudantes de arte  e público em geral.
 

 

 

 

 

QUERO PATROCINAR

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